sábado, 19 de janeiro de 2013

Reynaldo pergunta onde estão os defensores do indefensável



REYNALDO ROCHA
Tarso Genro. Olívio Dutra.
São dirigentes lá deles. A mim pouco importa se são figuras emblemáticas do PT. Quem pariu Mateus que os embale, em berço de embalar suínos. Também pouco se me dá se fazem oposição à corrente liderada por Dirceu, uma das 1.377 existentes no aglomerado de imbecis que discutem o sexo dos anjos, sem saber o que é gênero, muito menos o que são anjos.
Ambos dão declarações que informam que o PT, o engodo de ontem, é o absurdo de hoje.
As práticas desonestas agora são “ações políticas”. Um eufemismo dessa novilíngua indecorosa que acoberta bandidos de diversas tendências. Criminais.
Um falastrão de voz irritante e ideias inexistentes, calado como um culpado oculto e sabedor de que não há nada a dizer. Só confessar. Ação que requer decência e hombridade. Coisas que nunca teve; jamais terá. É só um molusco no mar de lama, entre a onda da popularidade comprada com bolsas e as pedras de quem ─ ainda ─ defende a ética. O insignificante que em silêncio fala mais que o palanqueiro de língua enrolada.
O que me cabe é cobrar dos bloguistas de aluguel (aqueles que vendem a mãe e entregam até para o Chico Picadinho!) uma opinião sobre as declarações. Certamente ─ a manter a ilógica irracional que acomete os cães hidrófobos ­─ babando abundantemente e expelindo perdigoto, tentarão desconstruir “ex-companheiros” para defender o que resta do castelo em ruínas. Com o mesmo mau hálito que se pode sentir quando escrevem em defesa de ladrões e ditadores.
Onde estão os PHA e Nassifs, entre outros mais “baratos”, que não se manifestam sobre petistas que criticam  petistas? Já disse e repito: não faço parte da turma do “amigo de meu inimigo é meu amigo!” São só derivações da mesma bactéria. Causam mal do mesmo modo. Quero distância dos mesmos.
E os milicianos amantes de jegues? E os masoquistas desejosos de surras de rabo de tatu? Desapareceram dos blogs honestos? Onde a camarilha podre de internautas (sempre covardes e ocultos) para comentar o que dizem Tarso e Olívio?
A covardia moral e abjeta ─ tantas vezes por cá identificada e exposta ─ mostra-se em novo episódio.
Não vou defender o Tarso, poeta onanista capaz de enamorar-se de terroristas italianos. Menos ainda a Olívio, que com os bigodes a Stalin deixou de ser uma caricatura para reduzir-se a nada.
O que se diz neste espaço vai se tornando irrespondível. Até para quem, no desespero, prefere perder os anéis e preservar os dedos. Uma legião brancaleônica vai virando órfã de heróis de folhetim de Carlos Zéfiro. Problema deles. Nós continuamos sem bandidos de estimação.
Mesmo aqueles que, em acordo com a polícia, resolvem criticar os companheiros (tão bandidos quanto) de ontem e opositores de outro. Uma briga em que não me meto: que se xinguem uns aos outros usando os piores palavrões. Só fico com a certeza que, neste caso, todos eles têm razão.