quarta-feira, 6 de março de 2013

O legado de Hugo Chavez: a Venezuela destruída


Hugo Chavez tentou, primeiro, um golpe de estado e falhou.

Que legado deixou Hugo Chavez para o seu país e para os latino americanos? 
O que realmente o socialismo bolivariano do século 21 deixou para o seu povo?
Populista barato, nacionalista, socialista, Chavez deixou a Venezuela na desgraça.

Cientistas políticos debruçam-se sobre um amontoado frases desconexas e de ações desarticuladas e perversas do "grande líder latino americano" - como se referiu a Dilma Rousseff a Hugo Chavez - para concluir que os programas sociais implantados por Chavez não passaram de esmolas no formato de bolsas disso e daquilo, tal e qual aqui e que em nada promovem.   

Milhões foram investidos desta forma em detrimento da construção de infra-estrutura: a Venezuela tem a 2ª maior taxa de homicídios do mundo; a inflação é altíssima e o país está desabastecido de produtos, inclusive alimentos; água e energia são racionados tendo Chavez a necessidade de ir a televisão pedir que tomassem banho mais rápido; a imprensa é amordaçada e o socialismo bolivariano fechou canais de TV que se opunham ao seu governo; a justiça foi controlada com o aumento do número de magistrados e com a indicação de novos juízes pelo próprio Chavez; a educação é péssima e o país é o segundo mais corrupto do planeta segundo avaliações internacionais. 

O parque industrial do país está sucateado, pouco produz e importa-se tudo. Os hospitais vivem grande calamidade e o próprio então presidente foi tratar-se em Cuba (que possui apenas 4 bons hospitais para atender membros do Partido Comunista, militares, estrangeiros ou cubanos casados com estrangeiros. Os demais estão na miséria e o cidadão cubano para se internar precisa "dar um agrado ao médico" e levar roupas de cama, pessoais, produtos de higiene para limpeza de banheiros e produtos como linhas se sutura, esparadrapos e gases.)

As forças armadas demonstram extrema fidelidade a Chavez e ao chavismo e pode não garantir o cumprimento da constituição que pede a convocação de novas eleições em 30 dias. Nicolas Maduro manchou sua biografia e ficou para a história - entre chavistas e opositores - como um mentiroso. Todo o tempo, a mando dos Castro de Cuba, mentiu sobre a saúde do comandante canceroso que pode ter morrido em dezembro do ano passado e seu estado mantido em segredo até que se consolidasse o golpe.

Chavez foi apenas um populista folclórico que não deixará saudades em nenhum latino americano. Nem aos venezuelanos.

Aos brasileiros, a vergonha de ter uma presidente que aplaudiu o golpe e apoiou a mentira.
Ao mundo, apenas a indiferença que Chavez representou. Breve as mesmas palavras se repetirão para o maior mico da história política: Fidel e sua fracassada revolução comunista.