sexta-feira, 14 de junho de 2013

Prefeito do PT, Fernando Haddad, diz que manterá preços das passagens

Protestos contra aumento de preços: inflação de Dilma 
provoca crise no país 
Os protestos contra o aumento no preço das passagens de ônibus, metrô e trens continuaram nas ruas de São Paulo. Ocorreram 235 detenções, a maioria foi ouvida e liberada. Fernando Haddad, do PT, vociferou contra a Polícia Militar e se queixou da violência.

Os aumentos ocorrem decorrente da alta inflacionária provocada pela péssima condução da economia, pela presidente Dilma, do PT. Os preços de todos os produtos tem sido reajustados e os supermercados registraram, em abril, queda nas vendas. O mês de abril registrou as menores vendas de varejo dos últimos dez anos, em São Paulo. Com o dólar em alta e o crescimento pífio, a inflação explode. Recorda-se que o aumento para R$ 3,20 está abaixo do valor proposto para compensar a inflação e foi mantido neste valor "como um acordo para o combate a inflação". 

“Havíamos nos comprometido a dar um reajuste muito abaixo da inflação. Se fosse dada a inflação, o valor da tarifa seria muito maior do que foi dado no momento. Então, o valor será mantido porque já está muito abaixo da inflação acumulada”, disse Haddad, do PT.

Politicamente o prefeito paulista sai simpático ao criticar a violência policial e o governador Geraldo Alckmin, desnorteado, assume para si uma crise que deveria jogar no colo do PT, responsáveis pela volta da inflação que provocam tantos reajustes de preços.


Acorda Brasil: a indignação tomou conta das ruas
No Rio as ruas foram tomadas por manifestantes simpáticos ao Movimento do Passe Livre. O governador Cabral e o prefeito Eduardo Paes foram duramente criticados. A imprensa, ao taxar o movimento como insensato, foi cobrada pelos protestantes, caso de Arnaldo Jabor, comentarista de televisão.

Os preços das passagens subiram por um único e inegável motivo: a inflação. E a responsável direta é a Dona Dilma Redonda,