quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Aprenda ser um pseudo intelectual em 10 lições


A leitura abaixo é do www.obviorelativo.com, um interessante site que ensina, por exemplo, você se tornar um pseudo intelectual, muito próximo da indigência mental. O autor enumera 10 passos pra você conquistar essa posição. Mas, a bem da verdade, você vai rir muito porque as dicas são exatamente o que se tem visto por ai. Gargalhe a vontade! O texto é muito bom. E verdadeiro, rs!

Como ser um pseudointelectual esquerdista fedorento


Do site www.obviorelativo.com

Quer aprender a ser um pseudointelectual esquerdista fedorento da pior espécie? Então vamos ensinar você! Basta seguir estes 10 passos e em pouco tempo você já será reconhecido pelos seus vizinhos, amigos e talvez até pela polícia como mais um espécime do pseudointelectualismo vermelho tupiniquim.


Não leia Marx - Sim, é isto mesmo: não leia nada de Marx [no máximo o Manifesto do Partido Comunista], mas saiba de cor e salteado expressões como "proletariado", "burguesia", "classe oprimida" e saiba usá-las adequadamente de modo a sempre culpar os ricos pelo fracasso dos pobres.

Cultive uma barba - Mesmo que você seja mulher, dê um jeito de deixar crescer em seu rosto uma espessa e asquerosa barba, tal qual o celerado cubano, Fidel. Para os esquerdistas, ter barba faz de você alguém que parece não se sujeitar aos estereótipos 'imperialistas' e ainda lhe confere um ar 'revolucionário'.

Use camisetas com a cara do Che - Arrume num brechó qualquer umas camisetas vermelhas com o focinho do assassino sanguinário mais pop dos últimos tempos e use-as o quanto puder. Só não se esqueça de tirá-las quando for ao McDonald's!

Fume maconha - Esta é de lei. Como você pode ser um pseudointelectual esquerdista fedorento se, entre outras 'iguarias', não feder a maconha? Sem falar que esta droga prejudica os neurônios, o que é fundamental para o sucesso de sua carreira.

Fale mal da Veja - O hobby dos pseudointelectuais de esquerda [vulgo petralhas] é criticar a revista Veja e seus jornalistas, como Reinaldo Azevedo. Na falta de escritores esquerdistas de igual quilate para ler, o jeito é falar mal dos 'reaças'...

Filie-se ao seu sindicato de classe ou movimento estudantil - Na verdade, filiar-se é apenas o primeiro passo, porque o que você precisa mesmo é fazer parte das respectivas diretorias destas agremiações. Afinal, ser só mais um na 'companheirada' não é coisa de [pseudo] intelectual que se preze!

Domine o linguajar esquerdista / politicamente correto - Palavras e expressões como "preconceito", "discriminação", "bullying", "direitos das mulheres", "aborto", "reacionários de direita", "malditos conservadores", "imperialistas norte-americanos" e muitas outras não podem faltar no seu 'rico' vocabulário.

Defenda alguma 'minoria' - Podem ser gays, negros, ateus, abortistas ou vegetarianos: o importante é você ser um proeminente ativista pelos direitos humanos dos[as]...

Faça algum curso na área das humanas - Pode ser sociologia, filosofia, pedagogia, artes ou o que seus neurônios sobreviventes suportarem estudar. O importante aqui é você ter 'argumentos sólidos' para defender suas asneiras na frente das pessoas e, no primeiro argumento irrespondível de um oponente você poder dizer: "qual é mesmo a sua formação acadêmica?" e logo em seguida esfregar sua graduação, especialização, mestrado ou doutorado na cara dele, pois no seu mundo diploma = razão em tudo.

Seja um eco-chato de plantão - Faça e/ou mande os outros fazerem coisas absurdas como: reciclar todo o lixo da sua casa e/ou empresa, fazer xixi e, se possível, cocô durante o banho para economizar água, comprar móveis de madeira reflorestada, encher o saco dos seus colegas de trabalho por causa do 'desperdício de papel' etc. Também não se esqueça de sair atrás dos outros apagando luzes e dando lição de moral cretina e, acima de tudo, apregoando sua 'superioridade intelectual' por fazer tudo isso.

Agindo assim você estará apto a ingressar no inglório rol dos pseudointelectuais fedorentos de esquerda e garantirá um lugar de honra no corpo docente das principais universidades públicas brasileiras, nas secretarias de 'direitos humanos' dos fracos e oprimidos do PT e será um 'filósofo' respeitado em todos os botecos por onde passar.