sábado, 14 de setembro de 2013

Dilma acaba com etanol no Brasil


Mais de 40 usinas de álcool fechadas


A inflação come o país por todos os lados. Nível de empregos cai, dólar continua resistente em cima, PIB não sobe. Nenhum empresário investe com a incerteza da economia comandada por um desacreditado.

Mantega é apenas uma piada lá fora. E é de fora que vem os grandes investimentos. Ninguém acredita na dona Redonda e seu séquito de corruptos e reverenciadores de ditaduras.

Depois de destruir o setor elétrico que vive aos trancos, barrancos e apagões - Dilma quer fazer politicagem congelando os preços artificialmente - e colocar a Petrobras com uma dívida impagável de mais de US$7,5 bilhões (de dólares, não reais), Rousseff implantou uma crise no setor de produção de etanol que já custou o fechamento de 40 unidades e a demissão de 45 mil trabalhadores no setor. A quebradeira é geral. Nem álcool e nem gasolina. A Petrobras foi forçada por Dilma a manter os preços do combustível abaixo do mercado pra vender a ideia que o país produzia muito petróleo e estava tudo bem. Sangrada a estatal está na UTI perdendo mais de R$ 1 bilhão por conta dessa falácia. Desde 2011 já são 38 bilhões de prejuízos. Sem dinheiro a Petrobras não investiu na manutenção e sequer na ampliação da produção. Com aumento da demanda ela passou a importar mais combustível e com o dólar alto o prejuízo tornou-se astronômico.

Onde está a autossuficiência brasileira em petróleo?

Breve vem mais um aumento de preços no diesel e gasolina em torno de 5% o que representara 1% a mais na inflação. Os preços estão defasados em 30%, isto é, o preço que você paga na bomba deveria ser 30% maior. Imaginem isso.

A inflação deveria ser contida com ações duras como corte de gastos do governo e aumento rápido da taxa de juros, mas, ao contrário disso, Dilma - com seu farto conhecimento de economia que faliu até lojinha de 1,99 - preferiu manipular preços, práticas comuns de fracassados ditadores debilóides.