quarta-feira, 19 de junho de 2013

O futuro dos déspotas



O mal do mundo são os políticos. Os maus políticos.
E eles se proliferam como ratos imundos, nos esgotos das câmaras, assembleias e congressos. Os maiores, nos gabinetes presidenciais.

Nascem em ninhos chamados partidos políticos. Sem lenço nem documento, sem ideologias. Basta uma sigla para se esconderem. Depois, saltam de um para outro, conforme sua conveniência. Se estiverem em siglas que dão apoio ao governo certamente a comida será melhor e mais farta com tantos ministérios. Em época de copas, melhor ainda. As obras superfaturadas renderão bilhões.

Alguns, para combater essa praga sugerem reduzir o número de siglas. Resolve? 
Penso que não. Isso se evitaria com partidos com ideologia, com programas e não de "mentirinha" como bem disse o Barbosa. E isso se faz com uma profunda reforma política.

O que temos hoje são partidos de aluguel: quem pagar mais fica com uns segundos na propaganda eleitoral. E partido que tem grana se eterniza no poder. É o caso vigente.

Como se depura isso? 
O eleitor escolhendo melhor seus candidatos e se afinando com os programas de cada partido.
Quando isso pode ocorrer? Quando o país educar seus filhos com ensino de qualidade. Porque isso não acontece? Porque quanto mais ignorantes, melhor pra controlar. Bastava, antes, leite e cesta básica. Agora, bolsas de todos os tipos e casa mobiliada.

Qual será o resultado de tudo isso?
Olhe  em volta e veja você mesmo: inflação, corrupção, miséria, ignorância, insegurança, desmandos, farra nos três poderes e um país falido.

De quem é a culpa?
Dos governantes. De todos que já passaram e ou estão no poder.

O que fazer com eles?
Leia a história, em todo mundo, sobre o que aconteceu com os déspotas, seus caprichos e vontades de governar sob suas próprias leis, com poderes ilimitados, iludindo com sua demonstração falsa de preocupação com o bem estar do povo. 

A história é cíclica, tal lá, tal cá, tal antes, tal agora. Nada mudou!