sábado, 26 de janeiro de 2013

Dilma e a filosofia de para-choque de caminhão

Simplesmente patético!

Esta é a melhor definição para os fatos que se desenrolam na Venezuela, país dominado por uma tal revolução bolivariana sob o comando de Hugo Chavez, um golpista tão patético quanto a história que protagoniza. Alguns amigos que professam a ideologia se confessam envergonhados pela representação latino americana da esquerda, um desfile de bufões populistas que causariam constrangimento a Lenin. E provocam arrepios nos cientistas políticos de qualquer matiz. O besteirol é a marca de todos eles, Dilma, Evo, Cristina e o invencível Chavez, o herói e modelo de Lula. Enquanto os partidários de Chavez preparam uma "manifestação de apoio" ao governante doente que nunca é visto, fotografado ou filmado, os ministros sustentam a farsa anunciando a melhora de saúde do comandante e anunciam sua breve recuperação. 

Chavez está morto mas mesmo assim foi empossado na presidência do país sob aplausos de governantes pequenos como Dilma e outros latinos que discursam a mesma ladainha. 

Como Cristina Kirchner, chamada de Cretina na própria terra. Familiares acabaram de passar por lá e contam que na Argentina nada funciona: economia, telefone, internet, saúde, segurança. Há pobreza, desabastecimento e o dinheiro desvalorizado não compra nada. Oras, Cristina era tão popular como Chavez, seu guru e hoje odiada como ninguém na história recente argentina.

O poder político foi conquistado, a classe operária assumiu o comando das instituições, institui-se a ditadura que busca "eliminar" a elite e colocar os meios de produção nas mãos do Estado e harmonizar a distribuição de renda. Nada funcionou na extinta URSS e em todos os países que comungaram com esse sonho. E agora, José? Neste caso, quando a crise chega ao limite do insuportável grita-se "o petróleo é nosso" e um amontoado de nacionalistas imbecis saem as ruas aplaudindo a estatização de mais uma refinaria estrangeira na Bolívia de Evo Morales, o índio odiado pela própria tribo. Quando Cristina levantar a bandeira "As Malvinas são Argentinas" é porque o país estará à beira do caos. Uma turba de idiotas correrá "em defesa" da pátria amada sem perceber que a atenção foi propositalmente desviada. 

A filosofia de para-choque de caminhão encerra uma grande verdade:"Os sábios apontam as estrelas com o dedo, Os idiotas olham pro dedo." Tal e qual no Brasil. Enquanto você aplaude a Dilma que abaixou as contas de luz, gasolina, serviços, tarifas e alimentos sobem e a inflação explode.